NA PRÁTICA, SÓ FAZ BEM.

Shinrin-Yoku, também conhecido como Terapia da Floresta, é um termo que significa "banho de floresta".

O conceito foi desenvolvido no Japão durante a década de 1980, como uma extensão das tradições centenárias de incorporar os princípios da natureza na sua vida diária e com o objetivo de “tratar” os altos níveis de stress. A Terapia da Floresta acabou por tornar-se a pedra angular dos cuidados preventivos de saúde e terapêuticos no Japão.

As abordagens da Terapia da Floresta, como o Shinrin-Yoku, têm raízes em muitas culturas ao longo da história. Este exercício de aproximação à natureza não é exclusivo à cultura japonesa, cada cultura no mundo tem desenvolvido as suas próprias tradições e crenças sobre conexões com a natureza, e os seus poderes relaxantes e curativos.

O sistema de padrões e processo japonês e tradições antigas inspiraram o nossoque se distingue pelas diferenças culturais e os ambientes naturais pelos quais estamos rodeados. A principal diferencia é que nós não vamos realizar exercícios, nós vamos a mover-nos muito lentamente.

A ideia é simples: se uma pessoa visita uma área natural e caminha de uma forma descontraída podem-se alcançar uma série de benefícios: relaxamento, rejuvenescimento e restauração. A prática segue o princípio geral de que é benéfico para o nosso bem-estar passar tempo na atmosfera da floresta.

Existe um número infinito de atividades terapêuticas que podem ser incorporadas numa caminhada numa floresta ou qualquer outra área natural. A atividade é terapêutica quando abrimos espaço à escuta, com presença da calma e da aceitação, investindo através de todos os nossos sentidos. Do ponto de vista terapêutico existem alguns requisitos básicos para a Terapia da Floresta:

-  Existência de uma intenção específica de ligação com a natureza com intenção terapêutica. Isso requer consciência de se mover através da paisagem de maneira a cultivar presença, abrindo todos os sentidos, e comunicar ativamente com a terra.

-  Não é algo que é feito com pressa. Os passeios não são realizados com o objetivo principal de exercício físico. Daí usarmos o termo passeios.

- As interações terapêuticas exigem a nossa atenção. Encorajamos o mindfulness ao sugerir uma série de convites. Cada convite é trabalhado para ajudar os participantes a abrandar e abrir os sentidos, para perceber mais profundamente as nuances do fluxo constante de comunicações em qualquer ambiente natural.

-  Não é um evento único. Desenvolver um relacionamento significativo com a natureza ocorre ao longo do tempo, e é aprofundado quando se voltar novamente a este mesmo espaço ao longo dos ciclos naturais das estações.

- Não se trata apenas de fazer caminhadas na floresta. Os passeios são importantes, mas há outras rotinas fundamentais que podemos fazer que irão ajudar no nosso aprofundamento das relações com a natureza e na troca de benefícios para a saúde entre os humanos e o ambiente natural.

Estes cinco elementos juntos são a estrutura angular da Terapia da Floresta.

Adaptado de "The Little Handbook of Shinrin-yoku" by M. Amos Clifford

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